Frida Kahlo autorretratos não famosos

No post de hoje mostraremos alguns quadros da pintora mexicana Frida Kahlo, que não aparecem no filme Frida (2002), venha conhecer outros autorretratos da artista. 


Frida ao lado de um de um quadro


Anteriormente fizemos uma série de posts sobre o filme Frida (2002), este conta a trajetória da Frida Kahlo, uma pintora que ficou conhecida por seus autorretratos (ou seja ela pintava a si mesma nos quadros), ela é considerada um dos símbolos do México. E neste filme biográfico os quadros mais famosos dela são apresentados, neste post mostraremos outras pinturas, estes quadros são conhecidos porém não são famosos, quanto os apresentados no post Quadros do filme Frida. 

  • Recuerdo o el corazon, 1937

 quadro abaixo chama-se Recuerdo o el corazon, 1937 e retrata a decepção dela ao descobrir que seu marido e sua irmã tinham um caso. 

Na verdade a Cristina começou a posar, para as pinturas do Diego, a Frida estava desconfiada que mais uma vez ele estava a traindo, mas o que ela não imaginava era quem seria a amante. 




A ausência das mão seria para indicar impotência talvez, o detalhe da perna machucada, seria ou devido ao acidente que ela sofreu, quando tinha 18 anos, na verdade ao nascer ela teve poliomelite o que deixou a perna dela um pouco mais fina do que o normal, ela mancava ao andar, ou seja, Frida já tinha uma pequena complicação antes do fatídico acidente que causou uma série de problemas de saúde, enfrentados por ela ao longo da vida.

  • Frida e Leon Trotski

A pintura a seguir é o Autorretrato dedicado a Leon Trotski entre Cortinas, 1937, os dois tiveram um caso, enquanto ele e sua esposa se escondiam na casa da família dela, nessa época Frida e Diego Rivera já estavam separados, reparem o papel na mão dela com um texto escrito, isso é muito comum nos quadros desta pintora, alguns deles tem anotações, escritas. Frida fazia parte do partido comunista, por isso o Trotski estava em sua casa escondido, por conta do caso dos dois ele e a mulher precisaram se mudar para outro esconderijo e no final, ele acabou sendo assassinado.




  • Autorretrato con el pelo suelto 1947

O quadro abaixo também representa o que comentamos acima, sobre a presença de texto nas pinturas, a obra é Autorretrato con el pelo suelto 1947, nesta pintura Frida já estava com quase quarenta anos, ela retrata o inicio da idade madura, ela faleceu com 47 anos. 



  • Diego y Yo, de 1949

E o quadro Diego y Yo, de 1949, abaixo representa provavelmente a tristeza que ela sentia pelo Diego, pelas atitudes dele provavelmente, eles chegaram a se divorciarem e tempos depois casaram-se novamente. Frida tinha um diário pessoal que chegou a ser publicado em formato de livro e neste Diego é um dos principais assuntos. 

Este quadro não é o primeiro quadro que ela pinta com a foto do marido em sua cabeça, na imagem de abertura deste post, vocês viram uma outra pintura, onde ela representa ele em sua cabeça, provavelmente representando o quanto ela pensava nele e a tristeza que isso lhe causava. Levando em consideração que ela faleceu em 1954 é possível perceber que mesmo em seus últimos anos de vida ela ainda estava sofrendo e pensando nele. 




  • El árbol de la esperanza, 1946

E a obra a seguir é El árbol de la esperanza, 1946. Retrata as complicações de saúde dela, durante sua vida chegou a ser operada mais de trinta vezes, existe várias interpretações mas uma delas seria que de dia ela era uma enferma e a noite se transformava, o vermelho (na roupa) talvez estivesse relacionado ao comunismo. O quadro abaixo não se encontra no Museu Frida Kahlo, ele foi vendido para Isidore Ducasse da França. 




  • El marxismo curará a los enfermos, 1954

Já havíamos publicado o quadro abaixo no post anterior que fizemos sobre os quadros da Frida, porém caso você não tenha visto, aí está.

O quadro abaixo é de 1954 e considerado o último trabalho de Frida Kahlo, ela teria modificado esta pintura várias vezes, a mesma se encontra no museu dedicado a ela, como mencionamos antes a casa de sua família onde ela nasceu e morreu, foi transformada em um museu. Após o casamento com o Diego ela mudou-se, quando eles se separam com a morte do pai da Frida ela voltou a morar na casa azul, foi o Diego que quitou a casa para o pai da Frida, quando eles se casaram. 

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